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História do Relógio

 

O relógio, em seus vários formatos, é utilizado como medidor do tempo desde a antiguidade. Os mais antigos eram os relógios de sol provavelmente usados pelos gnômons. A história registra que, por volta de 600 a.C., na Judéia, apareceram os relógios de água (clepsidras) e os relógios de areia (ampulhetas).

Em 850 d.C., Pacífico, o Arcebispo de Verona, construiu um relógio mecânico baseado em engrenagens e pesos. Existem controvérsias sobre a construção do primeiro relógio mecânico. Uma corrente considera como construtor o monge francês Gerbert, que foi papa com o nome de Silvestre II. Outros grandes construtores e aperfeiçoadores dos relógios foram Ricardo de Walinfard (1344), Santigo de Dondis (1344) e o seu filho João de Dondis, que ficou conhecido como "Horologius" e Henrique de Vick (1370). O primeiro relógio de bolso foi construído em Nuremberg por Pedro Henlein. Finalmente, em 1595, Galileu Galilei descobre a Lei do Pêndulo, ou seja, 2.200 anos depois do primeiro relógio feito na Judéia.

Com os relógios mecânicos surgiu uma grande variedade de técnicas de registro da passagem do tempo. Os relógios deste tipo podem ser de pêndulo, de quartzo ou cronômetros.

Os relógios mais precisos são os atômicos.

Relógio de pulso

Os primeiros relógios usados pelas pessoas foram os relógios de bolso. Eram muito raros e tidos como verdadeiras joias, pois poucos tinham um. Os relógios de bolso eram símbolo da alta aristocracia.

O relógio de pulso na verdade foi inventado pela empresa Patek Philippe no fim do século XIX, embora seja costume atribuir, erroneamente, a Santos Dumont os louros da invenção desta modalidade de relógio.

Essa atribuição aconteceu a partir de quando a Princesa Isabel, então exilada na França, deu a Dumont uma medalha de São João Batista. Preocupado em não se machucar com o uso da medalha no pescoço, a colocou no pulso. Então teve a ideia de amarrar um relógio no pulso para controlar melhor seus tempos de voo. Santos Dumont então encomendou a seu amigo joalheiro, Louis Cartier, um relógio que ficasse preso ao pulso, para que ele pudesse cronometrar melhor suas experiências aéreas.

Em março de 1904, Cartier apresentou a ele o que é considerado, equivocadamente, o primeiro relógio de pulso do mundo, batizado de Santos, com pulseira de couro. Entretanto, relógios de pulso já eram conhecidos e usados anteriormente. O que acontecia é que eram adereços essencialmente femininos e eram geralmente feitos sob encomenda. Na verdade, a Santos Dumont coube a popularização do relógio de pulso entre os homens.

A Primeira Guerra Mundial foi o marco definitivo no uso do relógio de pulso, já que os soldados precisavam de um jeito prático de saber as horas.